Thiago Ventura
Grupo líder de vendas no Brasil, Argentina e agora no Chile, a Stellantis acaba de completar dois anos. A empresa foi criada da fusão da FCA com PSA envolvendo marcas como Fiat, Jeep, Ram, Peugeot e Citroen. Como parte de sua estratégia de crescimento, o grupo inicia neste ano o projeto BioElectro paro desenvolvimento e fabricação de veículos eletrificados no Brasil.
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A proposta é usar motores a combustão movidos a etanol e motores elétricos, ponto que já havia sido confirmado pela empresa. Contudo, nesta terça (31) em coletiva de imprensa que o Carro Esporte Clube participou, o CEO da Stellantis na América Latina, Antonio Filosa, deu mais detalhes do projeto, que será iniciado neste 2023.
“Não vamos trazer um kit da Ásia e montar em uma fábrica, como fazem algumas concorrentes. Vamos trazer fornecedores aqui que nos ajudem a localizar essas competências e tecnologias”, declarou o executivo italiano. A Stellantis pretende chegar a 20% da frota eletrificada produzida no Brasil até 2030, mas o primeiro protótipo deverá ficar pronto em questão de meses.
A empresa possui mais de 1,5 mil engenheiros na planta de Betim e outros 200 em Goiana (PE), além da planta de Porto Real. Mas será na Grande BH que o projeto vai sair do papel, inclusive com braço na academia. A empresa possui parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e PUC Minas.
“Um projeto de um carro leva em torno de 24 meses, mas temos a possibilidade de desenvolver as tecnologias em alguns meses, que serão usadas inclusives em produtos de custo mais baixo”, disse Filosa. Dessa forma, a Stellantis deverá já fazer testes com carros híbridos a etanol até o fim de 2023.
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O projeto BioElectro visa abraçar também a rede de fornecedores, para que a empresa não fique refém de componentes do exterior. “Se você importa o famoso kit da Ásia, você paga o dólar a R$ 5, você paga um gargalo logístico cada vez mais severo que chega a dobrar tarifas marítimas e a gente não quer depender disso”, diz o executivo.
Antonio Filosa não cravou qual será o primeiro carro híbrido a etanol fabricado pela Stellantis em Betim. Contudo, o executivo afirmou que a eletrificação chegará sim a modelos mais acessíveis (ou menos caros). Questionado sobre novos lançamentos, sobretudo com a chegada de produtos no segmento de picapes, o CEO aposta suas fichas na nova Ram 1200, que segue em testes deverá ser lançada neste ano.
“Os SUVs são um pilar do nosso programa de produtos. E com as picapes, a gente quer ganhar ainda mais com nossos planos com a Ram”, disse Filosa.
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