720S sucede o 650S na família Super Serires e oferece estrutura em fibra de carbono e design fluido, com direito às icônicas portas de abertura vertical.
Será que o sedã japonês aguenta o tranco? Um taxista de Belo Horizonte diz que sim. José Nunes, com 30 anos de profissão, roda diariamente há três anos
Renault Trezor Concept 2016
Ainda sobre Salão de Paris, a atriz @marinaruybarbosa foi dar uma espiada no conceito da Renault no @mondialauto. O Trezor tem linhas simples e sensuais que revelam um pouco do design dos modelos esportivos da empresa para o futuro, unindo os conceitos 'Love petal' e 'Life Flower'. As luzes são do tipo OLED e o motor é o mesmo usado na Formula E. Trata-se de um propulsor elétrico que desenvolve 350 cv e torque de 380 Nm. Faz de 0 a 100 km/h em menos de 4s.
Quer ver mais fotos do carro e da moça? Pessoal da @RenaultBrasil mandou pra gente e colocamos no nosso Facebook! 🇫🇷😘🚗 #CarroEsporteClube #Renault #RenaultTrezor
Foto: Raphael Soret
Feliz dia das crianças, racers!
Que curte uma miniatura? Tal pai, tal filho: Ford Mustang 1965 👍🏁👏 #carroesporteclube #hotwheels #mustang #ford #musclecarmonday #fastback
Foto: @hotwheelsofficial
McLaren-Honda MP4/5 1989
Sábado de memórias no circuito de Suzuka, onde acontece neste domingo o Grande Prêmio do Japão. A McLaren MP4/5 1989 número 2, utilizada pelo francês Alain Prost, deu uma volta pela pista dirigida pelo jovem piloto belga Stoffel Vandoorne. No GP de 1989, Senna chegou em primeiro, mas foi desclassificado, numa decisão polêmica que deu ao título ao rival e colega de equipe Prost.
Naquela corrida, Prost liderava quando Senna armou o bote na chicane antes da entrada da reta dos boxes, colocando sua McLaren por dentro da curva. Mas o francês acabou “fechando” a porta antes mesmo da tomada da primeira perna da chicane. Ambos se tocaram. Alain Prost ficou de fora. Ayrton Senna pediu ajuda dos fiscais de pista para retornar a prova e voltou à pista.
Numa recuperação emblemática, conseguiu terminar em primeiro, o que adiaria a decisão do campeonato para a última corrida. Os cartolas da Fórmula 1, no entanto, puniram o Brasileiro pela batida, que acabou nem subindo ao pódio. Anos mais tarde, um dos dirigentes assumiu que a penalidade foi para beneficiar Prost.
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Fotos: Sutton Images