Os carros com câmbio automático têm se tornado preferência para o consumidor brasileiro. Alguns modelos, como o Honda HR-V, Fiat Toro ou Jeep Renegade, por exemplo, nem contam com opção manual atualmente. Com esse predomínio, surge para o motorista dúvidas em relação à manutenção do equipamento.
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Entre os itens que merecem atenção do proprietário estão o óleo e o filtro do câmbio automático. Quando é necessário trocar? Para quê servem estes componentes? Por vezes negligenciado, essa dupla precisa estar com manutenção em dia para evitar dor de cabeça e prejuízo no bolso.
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O filtro do câmbio automático é responsável por reter as partículas provenientes da fricção das peças móveis que compõem este sistema. O óleo ou fluído, por sua vez, mantém as engrenagens lubrificadas e protegidas, além de evitar a vibração do sistema, seja automático com conversor de torque, CVT ou automatizado de dupla embreagem.
O proprietário deve seguir o cronograma de troca previsto no manual do veículo, que em geral acontece de 40 a 40 mil quilômetros. Ao trocar o óleo, também é melhor substituir o filtro do câmbio automático. “A troca no prazo correto evita a saturação, a baixa eficiência de circulação do óleo, impede a entrada de contaminantes no sistema de transmissão, que podem gerar a perda de rendimento e trepidação, e, em casos mais graves, evita o travamento da transmissão devido ao desgaste”, explica Plinio Fazol, gerente de Marketing e Novos Produtos da Tecfil.
O motorista precisa ficar atento justamente ao manual do veículo, uma vez que o nível do óleo de câmbio nunca abaixa. Diferente do óleo lubrificante do motor, cujo nível pode ser verificado por meio de uma vareta. Caso o veículo apresente vazamento, é sinal para procurar uma oficina o mais rápido possível.
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Entre os outros sintomas de que é necessário trocar o conjunto, o carro automático pode apresentar trancos, solavancos ou patinação na troca de marchas. “Quando o nível do óleo cai, pode causar aquecimento excessivo do sistema. O prejuízo, em alguns casos, chega a ser tão grande que pode até inviabilizar o reparo”, adverte o especialista.
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