Campeões da F1 criticaram invasão da Ucrânia pelas tropas russas. Pilotos não querem disputar GP da Rússia programado para setembro
O atual campeão da Fórmula 1, Max Verstappen, se pronunciou sobre a guerra da Rússia contra a Ucrânia, deflagrada nesta semana. Os pilotos estão em Barcelona, para a pré-temporada de 2022. Max e Sebastian Vettel disparam críticas e o GP da Rússia. Na manhã desta sexta, a Fórmula 1 anunciou que é “impossível manter a prova nas atuais circunstâncias” e a prova foi cancelada.
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Em entrevista para a revista Autosport, o tetracampeão Sebastian Vettel lamentou as vidas perdidas no confronto e declarou que não quer disputar o Grande Prêmio em Sochi, programado para 23 de setembro.
“Acordei chocado com as notícias. Penso que é horrível vermos o que está acontecendo. E, claro, se olhamos o calendário, temos uma corrida programada para a Rússia. A minha opinião pessoal é que eu não deveria ir. Eu não vou. Penso ser errado correr naquele país. Fico triste pelo povo, pelas pessoas inocentes que estão perdendo a vida. Sendo mortas por motivos estúpidos sob uma liderança estranha, maluca”, disse o piloto da Aston Martin.
Geralmente longe de assuntos alheios ao esporte, Max Vestappen também se manifestou com críticas ao conflito. “Quando um país está em guerra não é correto correr lá”, disse o piloto da Red Bull em entrevista para a Autosport.
Em anúncio na manhã desta sexta-feira, a Fórmula 1 lamentou o conflito entre a Rússia e Ucrânia. A entidade afirma que houve reunião com a FIA e as equipes, onde foi definido que é impossível realizar o GP da Rússia nas atuais condições.
“O Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA visita países de todo o mundo com uma visão positiva de unir pessoas, unir nações. Estamos observando os acontecimentos na Ucrânia com tristeza e choque, e esperamos uma solução rápida e pacífica para a situação atual.
“Na quinta-feira durante a noite a Fórmula 1, a FIA, e as equipes discutiram a posição do nosso esporte, e a conclusão é, incluindo a visão de todos interessados relevantes, que é impossível realizar o Grande Prêmio da Rússia nas atuais circunstâncias.”
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