A partir desta sexta-feira (5), preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,61 para R$ 5,41 por litro, uma redução de R$ 0,20 por litro. Trata-se da primeira queda no preço desse combustível em 2022. O movimento segue redução aplicada para a gasolina.
Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço do diesel ao consumidor passará de R$ 5,05, em média, para R$ 4,87 a cada litro vendido na bomba.
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“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, declarou a estatal.
Na semana passada, o diretor de Comercialização e Logística da Petrobras, Cláudio Matella, que as dinâmicas que interferem nos preços da gasolina e do diesel são distintas. A justificativa é de que os dois combustíveis respondem de forma oposta às mudanças sazonais.
“Na estação de verão no Hemisfério Norte, o consumo de gasolina sobe bastante, e os preços ficam mais altos. Agora vamos caminhar para o fim do ano. Os preços têm cedido e, por causa disso, reajustamos, percebendo a tendência estrutural de redução. No caso do diesel, não podemos dizer a mesma coisa. O cenário continua bastante estressado no mercado internacional. Ao contrário da gasolina, cujos estoques estão normalizados, os estoques de diesel estão muito abaixo da média histórica no mundo. E adicionalmente, daqui até o fim do ano, com a proximidade do inverno, a tendência é de fortalecimento dos preços”, afirmou.
Produção de Petróleo
Segundo a a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção nacional de petróleo em junho foi de 2,828 milhões de barris por dia, queda de 2,6% na comparação com o mesmo mês de 2021 e 1,8% abaixo da produção de maio. Os dados foram divulgados nesta quinta (4).
Considerada toda a produção de petróleo em junho, 93,6% foi operada pela Petrobras. A segunda maior operadora foi a Total Energies (2,4%), seguida da Trident Energy (0,7%), e PetroRio (0 6%).
No caso do gás natural, a Petrobras operou 89,9% da produção, seguida de Eneva (5,3%), Total Energies (1,6%) e Origem Alagoas (0,7%). Em ambos os casos, pouco mais de 2,5% da produção é dividida entre operadores menores. (Fonte: Redação e Agência Brasil)
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