A General Motors (GM) fez um anúncio impactante ao comunicar a demissão de trabalhadores em três de suas fábricas localizadas no estado de São Paulo.
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As cidades afetadas por essas dispensas são São José dos Campos, São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes.A notícia das demissões chegou aos funcionários de diversas formas, desde telegrama até e-mail, conforme informou o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região.
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A GM justificou as demissões em decorrência da queda nas vendas, o que levou a empresa a “adequar seu quadro de empregados”. A fabricante de automóveis não informou o número exato de dispensados.
Para o sindicato, as demissões não foram previamente negociadas, o que fere um acordo firmado com a empresa.
“Entendemos o impacto que esta decisão pode provocar na vida das pessoas, mas a adequação é necessária e permitirá que a companhia mantenha a agilidade de suas operações, garantindo a sustentabilidade para o futuro”, completou a empresa no comunicado.
Ao longo deste ano, a GM já havia tomado algumas medidas que impactaram a produção de veículos nas fábricas e a rotina dos trabalhadores. Uma das medidas mais significativas foi a suspensão temporária, conhecida como layoff, que afetou 1,2 mil trabalhadores a partir de julho, com uma duração prevista de até dez meses.
Essa decisão, no entanto, não foi bem recebida pelo sindicato, que alega que as demissões não foram negociadas previamente, o que entra em conflito com um acordo anterior firmado com a empresa. Em uma nota oficial, o sindicato declarou: “A entidade exige o cancelamento de todas as demissões e a reintegração de todos os trabalhadores”.
A empresa afirmou que a decisão veio após tentar outras alternativas, como férias coletivas, proposta de programa de demissão voluntária e o próprio layoff.
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